quinta-feira, 29 de maio de 2014

PEC QUE COMBATE O TRABALHO ESCRAVO




   No ano que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) atua no país com a campanha da fraternidade “Fraternidade e Tráfico Humano” uma ótima vem do Congresso Nacional, a votação da PEC 57A/1999 que agirá mais rigorosamente sobre a ação do trabalho escravo, este que é uma das ações que mais influência para que ocorra o tráfico humano no mundo. Em terceiro lugar no ranking mundial de tráfico, perdendo para o tráfico de armas e de drogas, o tráfico humano é uma das principais movimentações no mercado negro onde as pessoas são interceptadas de seus lares para trabalharem de forma irregular e escrava por diferenciados países, tanto em locais de trabalho de produção quanto a venda de seu corpo.

Leia abaixo o texto que a agência de notícias do Senado Federal veiculou entre as diferentes formas de imprensa nacional:
   Por unanimidade, o Plenário aprovou nesta terça-feira (27), a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 57A/1999, que prevê a expropriação de imóveis rurais ou urbanos em que se verifique a prática de trabalho escravo. A proposta, que altera o artigo 243 da Constituição, será promulgada em sessão solene na próxima quinta-feira (5), ao meio-dia. A PEC teve 59 votos favoráveis no primeiro turno e 60 no segundo.
   A definição de trabalho escravo, porém, ainda depende de regulamentação, já que foi aprovada subemenda que incluiu a expressão "na forma da lei" na PEC. O relatório aprovado é de autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
   O projeto de lei complementar que vai regulamentar a expropriação (PLS 432/2013), relatado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), pode ser votado em Plenário na próxima semana.
- Estaremos prontos para votar a lei regulamentar na próxima semana. É um compromisso feito em Plenário votar a lei que regulamenta a forma como será classificado e punido [o responsável por trabalho escravo], e os procedimentos que decorrerão da emenda constitucional – afirmou Jucá.
   O PLS 432/2013, além de diferenciar o mero descumprimento da legislação trabalhista e o trabalho escravo, disciplina o processo de expropriação das propriedades rurais e urbanas, exigindo a observância da legislação processual civil. O texto em discussão também vincula a expropriação ao trânsito em julgado de sentença penal condenatória contra o proprietário - a redução a condição análoga à de escravo é crime de acordo com o art. 149 do Código Penal.
Risco de retrocesso
   A senadora Ana Rita (PT-ES), presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), avaliou que o texto atual da proposta de regulamentação precisa ser mais debatido.
A regulamentação não pode significar retrocesso. Nosso entendimento é de que [o texto atual] tem retrocesso. Então ele precisa ser melhor debatido - disse a senadora, prevendo que a votação não será rápida.
   Apesar de cautelosa, Ana Rita disse que a PEC deve assegurar dignidade aos trabalhadores do campo e da cidade. Ela ressaltou que as propriedades envolvidas em trabalho escravo serão destinadas à reforma agrária ou à construção de moradia popular.
   Para o senador Walter Pinheiro (PT-BA), os efeitos da emenda constitucional são imediatos, ainda que a matéria dependa de regulamentação.
- Não há porque cessar os efeitos da PEC, ou retardar a consagração dos direitos conseguidos com a proposta. A regulamentação não poderá, em hipótese alguma, reduzir o escopo da PEC, que tem aplicação imediata – afirmou Pinheiro.
Vitória
   Para o presidente do Senado, Renan Calheiros, a aprovação da PEC do Trabalho Escravo representa uma vitória da sociedade brasileira e quita uma dívida do Parlamento em relação ao tema.
- É uma vitória cheia de significados. A violação do direito ao trabalho digno incapacita a vítima de fazer escolhas de acordo com a sua livre determinação. O Senado resgata uma dívida com o Brasil – afirmou.
   Para o líder do DEM, José Agripino (RN), a aprovação da proposta vai colocar o Brasil em posição de destaque na reunião da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a ser realizada em junho próximo.
   A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) também saudou a aprovação da PEC, e disse que os responsáveis por trabalho escravo “merecem ser punidos radicalmente”. Ela observou ainda que as pessoas envolvidas com trabalho escravo não se encontram representadas na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da qual é a presidente atual.
Segurança jurídica
   Para o senador Jayme Campos (DEM-MT), a votação da proposta representa um “avanço”. Ele disse que a regulamentação da proposta trará segurança jurídica para o campo e o meio urbano, ao evitar a expropriação de terras de forma “irresponsável”.
   Para o senador Paulo Davim (PV-RN), o trabalho escravo é uma prática anacrônica que “não se coaduna com os caminhos seguidos pelo Brasil”. A proposta, segundo ele, também corrige “inúmeras situações que não estão ao alcance das autoridades e da mídia”.
   A aprovação da PEC 57A/1999 também foi saudada pelos senadores Paulo Paim (PT-RS), Humberto Costa (PT-PE), Eduardo Amorim (PSC-SE), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Eduardo  Suplicy (PT-SP), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), José Pimentel (PT-CE), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), Inácio Arruda (PCdoB-CE), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Anibal Diniz (PT-AC), e pelas senadoras Lídice da Mata (PSB-BA) e Ana Amélia (PP-RS).

domingo, 4 de maio de 2014

FESTA EM HONRA AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA 2014


   No dia 04 de maio, último domingo, a Comunidade Coração de Maria realizou a festa em honra a padroeira, que iniciou com um tríduo na noite de quinta-feira e encerrando as noites de missas no sábado com a coroação da imagem da santa homenageada.

   As missas do tríduo contou com as presenças dos ex-párocos da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Pe. Gerald Flach e Pe. Jorge Lermen e também pelo atual vigário paroquial, Pe. Maico Pezzi. Cada noite contou com a organização de uma pastoral, iniciando pelos membros da diretoria e festeiro na primeira noite, o Dízimo e Liturgia na segunda noite e na terceira noite a Catequese encerrou com a tradicional coroação da imagem.

   A missa de domingo, dia da festa, foi realizada pelo grupo de jovens JOCRE e presidida pelo pároco Pe. Moisés que junto ao Evangelho relacionado aos discípulos de Emaús somos convidados (as) a reconhecermos o chamado e também em sua homilia falou sobre a alegria e motivação que deveria ter nas pessoas envolvidas com a festa.

   A festa foi um momento de integração entre pastorais e comunidades com o povo que acompanha as missas, postagens pelas redes sociais, que nem percebem, mas são as razões para que tentemos cada vez mais realizar atividades que encantem as pessoas de nossas comunidades.





Equipe de comunicação
Comunidade Coração de Maria – Paróquia Nossa Senhora Aparecida

Rua André dos Anjos Conceição, nº 500, bairro Guajuviras – Canoas/RS

sexta-feira, 2 de maio de 2014

PRIMEIRA NOITE DO TRÍDUO 2014



   Nesta quinta-feira, 1º de maio, o Dia do Trabalhador também foi tempo de celebrarmos a primeira noite do tríduo da nossa comunidade. Celebrada pelos membros da diretoria executiva da capela e também pelos casais que compõem a equipe de festeiros deste ano, estes (as) presentearam aos (às) presentes com a celebração presidida pelo Pe. Geraldo Flach, que no mês de janeiro entregou o cargo de pároco ao Pe. Moisés para assumir a Paróquia Divino Espírito Santo no município de Poro Alegre.

   A missa iniciou com a tradicional procissão de entrada da imagem da padroeira que foi carregada por membros da diretoria e festeiros (as), sendo recepcionados pelas pessoas que compuseram a assembleia na noite de quinta-feira cantando pela equipe de animação composta por Antonio e convidados. Uma liturgia mais voltada ao santo do dia, São José Operário, mas mesclada com o tema que seguirá pelas três noites de missa “Maria, estrela da evangelização”.

   Pe. Geraldo lembrou em sua homilia a situação do trabalho e desemprego no país, em relação ao Dia do Trabalhador e Trabalhadora, partilhou um pouco sobre sua nova experiência na paróquia que assumistes recentemente e também conversou com as pessoas sobre a missão de José na vida de Jesus e Maria, ressaltando que mesmo não tendo falas e poucas informações sobre esta figura bíblica e mesmo assim ele é muito importante na igreja lembrando seu feito como patriarca da Sagrada Família e a missão do trabalho como operário para o Dia do Trabalhador e Trabalhadora.

   Assim a miss teve sua ação de graças com as luzes desligadas e a imagem iluminada, convidando a todos e todas a refletirem sobre a figura de nossa padroeira na vida de cada um e cada uma. Após ocorreu a quermesse onde foi servida arroz com linguiça, prato que foi preparado pela equipe de cozinha convidada pelo festeiro Giovane.



Equipe de comunicação
Comunidade Coração de Maria – Paróquia Nossa Senhora Aparecida

Rua André dos Anjos Conceição, nº 500, bairro Guajuviras – Canoas/RS